terça-feira, 13 de abril de 2010

Doe sangue... doe vida!

Hoje estou extremamente energizada e feliz: fiz minha segunda doação de sangue e me cadastrei como doadora de medula óssea. Pode parecer besteira para alguns mas sinceramente não é. A doação de sangue é importante como todos sabem, é doar vida.

Já a medula óssea depende de que exista uma compatibilidade entre o doador e o receptor (geralmente portador de leucemia) e esta chance é diminuta - 1 a cada 100.000!!!!! Portanto, para que esta probababilidade aumente, é necessário que o número de prováveis doadores aumente também.

O sentimento de ser útil a alguém depois de uma doação de sangue já é maravilhoso, posso imaginar se eu pudesse ser a "escolhida" para salvar a vida de alguém! Que felicidade!

Abaixo você tem acesso aos principais sites e informações sobre a doação de medula óssea. Espero que isso entre em sua cabeça e consiga colocar um anjinho aí dizendo para você entrar nessa comigo!

Inca

Hemorio

O que é medula óssea?

É um tecido líquido-gelatinoso que ocupa o interior dos ossos, sendo conhecida popularmente por 'tutano'. Na medula óssea são produzidos os componentes do sangue: as hemácias (glóbulos vermelhos), os leucócitos (glóbulos brancos) e as plaquetas.

Quando é necessário o transplante?
Em doenças do sangue como a Anemia Aplástica Grave, Mielodisplasias e em alguns tipos de leucemias, como a Leucemia Mielóide Aguda, Leucemia Mielóide Crônica, Leucemia Linfóide Aguda. No Mieloma Múltiplo e Linfomas, o transplante também pode ser indicado.

Anemia Aplástica: É uma doença que se caracteriza pela falta de produção de células do sangue na medula óssea. Apesar de não ser uma doença maligna, o transplante surge como uma saída para 'substituir' a medula improdutiva por uma sadia.

Leucemia: É um tipo de câncer que compromete os glóbulos brancos (leucócitos), afetando sua função e velocidade de crescimento. Nesses casos, o transplante é complementar aos tratamentos convencionais.

Como é o transplante para o doador?
Antes da doação, o doador faz um rigoroso exame clínico incluindo exames complementares para confirmar o seu bom estado de saúde. Não há exigência quanto à mudança de hábitos de vida, trabalho ou alimentação. A doação é feita em centro cirúrgico, sob anestesia, e tem duração de aproximadamente duas horas. São realizadas múltiplas punções, com agulhas, nos ossos posteriores da bacia e é aspirada a medula. Retira-se um volume de medula do doador de, no máximo, 15%. Esta retirada não causa qualquer comprometimento à saúde.

Quais os riscos para o doador?
Os riscos são poucos e relacionados a um procedimento que necessita de anestesia, sendo retirada do doador a quantidade de medula óssea necessária (menos de 15%). Dentro de poucas semanas, a medula óssea do doador estará inteiramente recuperada. Uma avaliação pré-operatória detalhada verifica as condições clínicas e cardiovasculares do doador visando a orientar a equipe anestésica envolvida no procedimento operatório.

O que a população pode fazer para ajudar os pacientes?Todo mundo pode ajudar. Para isso é preciso ter entre 18 e 55 anos de idade e estar com boa saúde. Para se cadastrar, o candidato a doador deverá procurar o Hemocentro mais próximo de sua casa, onde será feita a coleta de uma amostra de sangue (5ml) para a tipagem de HLA (características genéticas essenciais para a seleção de um doador). Os dados do doador são inseridos no cadastro do REDOME e, sempre que surgir um novo paciente, a compatibilidade será verificada. Uma vez confirmada compatibilidade, o doador será consultado para confirmar que deseja realizar a doação.

Passo a passo para se tornar um doador
Qualquer pessoa entre 18 e 55 anos com boa saúde poderá doar medula óssea. Esta é retirada do interior de ossos da bacia, por meio de punções, e se recompõe em apenas 15 dias.
• Os doadores preenchem um formulário com dados pessoais e é coletada uma amostra de sangue com 5ml para testes. Estes testes determinam as características genéticas que são necessárias para a compatibilidade entre o doador e o paciente.
• Os dados pessoais e os resultados dos testes são armazenados em um sistema informatizado que realiza o cruzamento com dados dos pacientes que estão necessitando de um transplante.
• Em caso de compatibilidade com um paciente, o doador é então chamado para exames complementares e para realizar a doação.
• Tudo seria muito simples e fácil, se não fosse o problema da compatibilidade entre as células do doador e do receptor. A chance de encontrar uma medula compatível é, em média, de UMA EM CEM MIL!
• Por isso, são organizados Registros de Doadores Voluntários de Medula Óssea, cuja função é cadastrar pessoas dispostas a doar. Quando um paciente necessita de transplante e não possui um doador na família, esse cadastro é consultado. Se for encontrado um doador compatível, ele será convidado a fazer a doação.
• Para o doador, a doação será apenas um incômodo passageiro. Para o doente, será a diferença entre a vida e a morte.
• A doação de medula óssea é um gesto de solidariedade e de amor ao próximo.
• É muito importante que sejam mantidos atualizados os dados cadastrais para facilitar e agilizar a chamada do doador no momento exato. Para atualizar o cadastro, basta que o doador ligue para (21) 3970-4100 ou envie um e-mail para redome@inca.gov.br.
REDOME - Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea
Rua do Resende, 195, térreo - Centro - Rio de Janeiro / RJ
Telefones do REDOME.: (21) 3970-2382 / 3970-4100
Telefones do REREME.: (21) 3970-4076 / 3970-4324
Telefax.: (21) 3970-3968
e-mail: redome@inca.gov.br
doasangue@hemorio.rj.gov.br

Um comentário:

Alvaro Ennes disse...

Sempre com idéias voltada ao bem estar físico e espiritual das pessoas, é típico de voce e não imaginaria outra coisa.
Me toooo minha linda..!!!

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