domingo, 1 de maio de 2011

Boriska e a Nova Era

Falando com propriedade sobre as características de Marte, Boris Kipriyanovich afirma ter encarnações passadas naquele planeta e enfatiza a Lei de Amor entre os homens na Terra neste período de transição.
A pluralidade dos mundos habitados é revelação básica, aceita, há 150 anos, pelos seguidores do Espiritismo. Faltam-nos, porém, até o momento, provas mais concretas da existência de vida extraplanetária. E isso não deixa de aguçar a nossa imaginação: como seriam esses outros seres? Que tipo de vida teriam?
Recentemente, um menino russo de apenas 12 anos, que dá entrevistas desde antes dos 7, tem aguçado ainda mais a nossa curiosidade, pois afirma ter tido suas últimas encarnações no planeta Marte. A história pode ter uma conotação fantasiosa, própria de crianças dessa idade, mas as entrevistas feitas com ele por cientistas russos impressionaram tanto que o assunto mereceu destaque no Pravda, um dos jornais de maior circulação da Rússia. Assuntos já conhecidos por todos os que estudam o Espiritismo são referidos, naturalmente, por ele, com riqueza de detalhes: reencarnação, necessidade de amor e perdão, transformação e regeneração planetária, entre outros.
A história de Boris, ou Boriska, como é conhecido, começou a evidenciar-se logo aos 3 anos de idade, quando já nomeava com exatidão os planetas do Sistema Solar e apontava sua localização, bem como falava das galáxias e do Universo em geral. Aos 7 anos, chamou a atenção de pesquisadores ao relatar dados físico-químicos de Marte, bem como a estrutura de naves espaciais, detalhes sobre as civilizações e expedições ao planeta Terra. Revelou ainda dados do grande continente da Lemúria, desaparecido há milhares de anos, tudo com um vocabulário altamente evoluído e técnico, não compatíveis com sua idade. Vale ressaltar que ele nunca ouvira falar de tais assuntos anteriormente. Tal riqueza de informações fez com que os cientistas afirmassem que as histórias contadas por Boriska não são frutos de sua imaginação, mas sim memórias de vidas passadas no planeta Marte, pois muitos dos detalhes transmitidos devem ser pessoalmente conhecidos.

Vida extraplanetária
Sua habilidade intelectual sempre foi superior à de outras crianças de sua idade, porém nada se compara às terminologias utilizadas por ele para falar sobre o cosmos. Boris relatou ainda como costumava viver em Marte, que o planeta era habitável e que sobreviveu a uma catástrofe que modificou a história do planeta e de seus habitantes: a destruição da atmosfera, fazendo com que a vida só continuasse possível em cidades subterrâneas. Nesse período, ele freqüentemente fazia viagens ao planeta Terra, onde realizava pesquisas científicas. Isso na época da antiga Lemúria, onde relata ter presenciado explosões de montanhas que causaram o afundamento do continente nas águas. Conta ainda que um lemuriano, amigo seu, faleceu diante de seus olhos sem que nada pudesse fazer. Ficou, porém, para ambos, a certeza de que se reencontrariam nesta vivência sobre a Terra. E isso é algo reconfortante. Boris ainda explica que nossas sondas espaciais são facilmente destruídas ao se aproximarem de Marte devido aos raios que emitem. Em 1988, esse fato foi alertado pelo russo Yuri Lushnichenko, que tentou avisar os líderes soviéticos do Programa Espacial Russo sobre as possíveis falhas das sondas Phobos 1 e Phobos 2, devido aos raios e às baterias radioativas que seriam estranhos à atmosfera de Marte. Mesmo com a falha das sondas, o governo soviético não deu atenção ao aviso. Essa tática de aproximação, no entanto, deverá ser reavaliada.

Transição
Os cientistas que entrevistaram Boris perguntaram o porquê do surgimento de tantas crianças com inteligência acima da média. O garoto respondeu que decorre das mudanças que acontecerão em breve no planeta, situando-as em 2009 e 2013. Com seus conhecimentos, essas crianças vão ajudar os povos espalhados por toda a Terra a passar pelo período de transição. Lembrou que essas modificações já ocorreram em Marte e não foi tudo destruído como pensamos. Muitas pessoas sobreviveram e recomeçaram suas vidas, apesar das mudanças nos continentes e também na composição da atmosfera. Esses ciclos periódicos de transformações bruscas, pelos quais passam os planetas, fazem parte de reajustes cármicos de seus habitantes e da renovação natural. São regidos, portanto, por forças universais que propiciam a evolução e o aprimoramento da essência das criaturas e da própria Criação Divina. Ressaltou ainda que, nos períodos de transição, é fundamental manter a esperança no futuro e a crença na sobrevivência da alma.
Vale a pena relembrar que os antigos maias já davam por certa a transição em 23/12/2012, data próxima à citada pelo garoto Boris. Devemos lembrar que as profecias maias não foram feitas por pessoas que gostam de catástrofes, mas sim por estudiosos da época que chegaram à conclusão que essa data seria o fim de um ciclo para o nosso planeta. Essa transição, ainda de acordo com as profecias, seria boa ou ruim, dependendo da própria humanidade. Para alguns (os sensíveis e intuitivos) seria ótimo, para outros (os racionais) um grande sofrimento. Não seria o fim do planeta, mas o início de uma Nova Era.

Lemúria, lei do amor e reencarnação
Quanto ao desaparecimento dos habitantes da Lemúria, Boris comentou que os lemurianos não estavam mais se desenvolvendo espiritualmente, haviam se desviado do caminho da luz, e isso acabou por destruir a integridade daquele continente.
Não sabe ainda qual a sua missão na Terra, porém, já descortina o futuro do planeta. O conhecimento será distribuído de acordo com a qualidade e o nível de consciência de cada indivíduo. No que se refere à reencarnação, afirma que se lembra com exatidão de sua vida em Marte, especialmente das guerras que por lá existiram.
Quanto ao período de transição, que ora vivemos, afirma que os novos conhecimentos não serão dados às pessoas mesquinhas ou viciosas como ladrões, alcoólatras e aqueles que não desejam se mudar para melhor. Esses terão que deixar o nosso planeta.
A informação terá um papel preponderante na evolução, porque é um tempo de união e cooperação que se inicia na Terra.
Para Boris, as pessoas sofrem ou são infelizes por não viverem corretamente. Elas precisam ser boas. E conclama: se alguém lhe bater, abrace quem o feriu. Se fazem você sentir-se envergonhado, não espere por desculpas, peça-as você. Se o insultam e humilham, ame-os do jeito que são. Essa é a relação do amor, da humildade e do perdão, que deve ser observada por todos. Amar uns aos outros, essa é a Lei, conclui o garoto que afirma vir de Marte.
O consolo é que existirão sempre médiuns e profetas confiáveis que continuarão a alertar os seres humanos quanto às probabilidades dos acontecimentos futuros. Com isso, nossas mentes vão se abrir para o fato de que a única forma de evitarmos as grandes catástrofes exteriores é eliminando as catástrofes interiores, calcadas em nossos próprios vícios e paixões.
Há na literatura espiritualista profecias e mensagens que apontam para os prováveis rumos que a humanidade tomará em futuro breve. Muitas delas coincidem com as revelações do menino Boriska. Não devemos, todavia, nos ater ao aspecto destrutivo da transição, como nos ensina o garoto, mas ao que ela traz de bom. Como o Espiritismo também enfatiza, devemos nos voltar ao objetivo primordial da existência: a reforma íntima. Através do esforço pessoal na melhoria interior, contribuiremos para a evolução de nossa própria alma e do mundo que habitamos, tendo por base o amor ao próximo.

FOLHA ESPÍRITA – Março de 2008

Tempos de mudança
Há muito que esperamos por uma mudança no planeta. Já se falou do “fim do mundo” com catástrofes naturais, invasões alienígenas e tantas outras formas de imaginar um fim para a nossa sociedade como a conhecemos. A ideia tem se mantido viva por gerações nas mentes mais criativas e nos tem apavorado desde o tempo em que receávamos que o céu caísse sobre nossas cabeças, ou que os deuses nos castigassem por essa ou aquela causa.

De Nostradamus aos maias, de videntes de toda sorte às revelações da Espiritualidade Superior, por meio de médiuns confiáveis, as informações nos dão conta do final dos tempos, de uma transformação radical. Todo crescimento solicita reforma, toda reforma provoca desconforto, e a nossa história, desde sempre, mostra-nos com clareza que apesar de termos várias opções menos traumáticas, via de regra, escolhemos a dor como caminho para crescimento e evolução.

Sem nenhum pensamento alarmista de religiosos fanáticos, mas, por outro lado, sem ceticismo cego, parece-nos bastante evidente que o nosso planeta está em pleno curso de mudança, seja por conta de nossa interferência, seja em razão do cumprimento de seus ciclos evolutivos naturais no contexto do Universo.

Não há dúvida de que o nosso clima está mudando. Características novas surgem com fenômenos raros passando a ocorrer de forma corriqueira. Em nosso país ocorrem ciclones no Sul, enchentes no Nordeste, tremores de terra no Sudeste. De onde vem tudo isso?

Será que o derretimento da calota polar nas proporções em que vem ocorrendo não tem uma causa? Não provoca efeitos? A mudança dos polos magnéticos do planeta não é um fenômeno significativo de mudanças importantes em nosso orbe? Vamos continuar fingindo que não está acontecendo?

Claro que isso é amedrontador, pois ninguém se sente tranquilo pensando em tsunamis, terremotos e tantas outras catástrofes, muitas delas representadas com toda a carga de realidade e dramaticidade nos efeitos especiais dos filmes norte-americanos. Mas é só isso? Seria a mudança climática o único termômetro de uma transformação tão profunda? Cremos que não.

Não faz muito tempo, os bebês só abriam os olhinhos com uma semana de vida ou mais, a puberdade ocorria mais tarde e não se viam meninas de 10 anos namorando ou trocando cartas de amor, muito menos grávidas, mas brincando de boneca e de casinha.

Os tempos mudaram, é certo, mas quem promoveu essa mudança? Não foram as gerações sucessivas que evoluíram em ciência e tecnologia, introduzindo em nosso planeta hábitos novos e formas mais maduras e racionais de ver o mundo? Sem dúvida, a tecnologia deu um salto vertiginoso, mas a evolução moral não lhe acompanhou o voo brilhante. Permanecem ainda nos corações humanos o mesmo apego ao ouro, ao acúmulo dos bens materiais, e a mesma indiferença de bilhões deles aos apelos do Cristo em favor da paz e renovação. Aconteceu o que Kardec previra – a transformação pela “madureza dos tempos”. Chegou a hora do salto, mas somos seres estranhos de cabeça imensa e coração mirrado.

Mas dentre tantos sinais de mudança, temos ainda mais um para provar que existe um futuro além do apocalipse. Esse sinal é a presença de espíritos mais esclarecidos que estão reencarnando neste novo milênio, demonstrando muito cedo sua envergadura espiritual. São gênios precoces. É claro que eles sempre existiram, mas as crianças prodígios de hoje atuam em campos diversificados e denotam firmeza em seus propósitos e compromissos em favor da paz no planeta. A mídia tem-nos apresentado esses pequenos notáveis. Akrit Jaswal, o adolescente indiano, é cirurgião desde os 7 anos. Boriska, apelido do garoto russo Boris Kipriyanovich, luta pela paz desde menino. Akiane Kramarik é pintora desde os 2 anos de idade e coloca a sua arte em favor da fé e da fraternidade entre os povos.

Além desses, muitos outros espíritos estão reencarnados em vários pontos do globo, e sempre poderão ser reconhecidos por suas qualidades superiores em sabedoria e amor. Esperamos para breve a manifestação de um deles, o nosso querido Emmanuel, reencarnado desde o ano 2000, e que deverá desempenhar missão marcante na área da educação e, quem sabe, no cenário político do nosso país. Essa é a boa notícia nesse quadro de tantas incertezas e medos.

Esses espíritos vão nos ajudar a construir a Era Nova com que todos nós sonhamos, ensinando-nos a aplicar utilmente a ciência e a tecnologia conquistadas. Principalmente, vão nos auxiliar a resgatar do “velho mundo” a Boa Nova – os princípios morais trazidos por nosso Mestre Jesus, que são a plataforma indispensável para todo o desenvolvimento espiritual da humanidade.

Chegou a hora de abandonar hábitos primitivos, recusar definitivamente a iniquidade e a violência. É preciso estabelecer a vida igualitária em nossa sociedade, lutar para implantar nela a caridade em todas as suas formas, para que possamos viver o amor verdadeiro. Sem isso, não haverá sobrevivência aceitável para o nosso planeta.

O mundo vai acabar sim, do jeito que o conhecemos, para ressurgir como um mundo regenerado, alicerçado no amor e na concórdia. E os operários dessa reforma já estão se apresentando, cada um dentro de sua especialidade, a fim de conduzir o orbe à transformação inevitável.

Que nós sejamos dignos de continuar a habitá-lo.

Março de 2011 - Edição número 439

2 comentários:

AndrioloRio disse...

O ser humano fica à procura de respostas acerca do fim do mundo e esqueçe de olhar pra dentro de si mesmo; age com total falta de amor, egoísmo, materialismo e destruição da sua própria casa, a Terra. Ai o "de repente" acontece: a Natureza responde. Acredito que, realmente algo está para acontecer e a extensão desse evento vai depender da extensão da consciência de cada um de nós.

LuciaSP disse...

Concordo com o que disse Andriolo. Enquanto existir egoísmo, materialismo, falta de amor, e outros tantos atos do mesmo naipe, a mudança será dolorosa. Porque a mudança vai acontecer, já está acontecendo. Como disse o Cristo, só perceberá quem tem olhos para ver e ouvidos para ouvir.

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