As cartas psicografadas por Chico Xavier é um filme de conversas e silêncio. Mães e pais que perderam filhos, procuraram Chico, receberam cartas. Sentimentos, lembranças, imagens da falta de alguém. A procura por alento para a dor sem nome. As palavras chegam em papel manuscrito. As cartas são lidas. Sobreviver a isso, viver ainda assim. As cartas são os elos entre mães e filhos, entre Chico e essas mães e seus filhos, entre o público e o filme.
Com a participação de
Yolanda Cezar
Nyssia Cantamessa Leão de Oliveira
Sonia e David Muszkat
Thereza de Toledo Santos
Edinah e Armando Lodi
Piedade da Silva Chapela
Maria Helena de Jesus Sonvêsso
Maura Pereira Cassiano
Direção e Roteiro: Cristiana Grumbach
Produção Executiva: Luiz Alberto Gentile
Direção de Produção: Priscila Pitta Beleli
Fotografia e Câmera: Pedro Bronz
Som Direto: Ives Rosenfeld
Pesquisa: Geraldo Pereira, Mariana Bitiato, Priscila Pitta Beleli e Tatiana Porto
Montagem: Cristiana Grumbach e Karen Akerman
Edição de Som: Mariana Barsted
Colorista: Leo Hallal
Mixagem: Damien Seth
Arte gráfica: Patricia Chueke e Phil Canedo
Mídias Digitais: Renato Damião
Equipe de Distribuição: Maurício Borges, Tathyana Genova e Flávia Milagres
Release
O documentário As cartas psicografadas por Chico Xavier é um filme de conversas com famílias que perderam filhos, procuraram Chico e receberam cartas. Como é receber uma carta psicografada de uma pessoa querida que faleceu? Qual é o sentimento? Como essas famílias identificaram seus filhos? Acreditaram nas mensagens? De que modo este fato mexeu com a vida delas? Como lidam hoje com essa falta? Qual é o sentido da vida? E da morte?
As cartas psicografadas por Chico Xavier não se propõe a questionar essas cartas ou explicar a psicografia. O filme se ocupa da dor da perda um filho e da chance de sobreviver a partir dessa “correspondência”. Uma das personagens, Dona Yolanda Cezar, define esse sentimento com precisão – quando se perde o cônjuge, fica-se viúvo, quando se perde o pai, fica-se órfão, quando se perde filho não há nome.
Diante dessa dor inominável, o filme opta pela simplicidade em sua forma de apresentar o tema – as conversas filmadas são intercaladas pela leitura das cartas e por planos dos espaços de entrevista vazios. O recato formal descarta intervenções estilísticas que possam criar sensacionalismo e interferir no compartilhamento desses sentimentos com o público. É uma proposta de um cinema delicadamente sutil, em que olhares atentos e corações sensíveis são livres para dialogar com filme e chegar as suas próprias construções de sentido.
Selecionado para a mostra competitiva do III Festival Paulínia de Cinema, para o 38o. Festival de Cinema de Gramado e para a 5a. Mostra de Cinema de Ouro Preto, As cartas psicografadas por Chico Xavier está sendo distribuído pela Crisis Produtivas em parceria com a Ciclorama Filmes e tem lançamento nacional previsto para 5 de novembro.
Cristiana Grumbach é diretora de Morro da Conceição (2005). Colaboradora de Eduardo Coutinho, foi assistente de direção e pesquisadora em Santo Forte, Babilônia 2000, Edifício Master, Peões, O Fim e o Princípio e diretora assistente em Jogo de Cena.
Veja mais no site oficial: http://www.crisisprodutivas.com/ascartaspsicografadasporchicoxavier/
Sendo um filme de arte, teremos pouco espaço na mídia.
Por favor, ajudem a divulgá-lo!
Com a participação de
Yolanda Cezar
Nyssia Cantamessa Leão de Oliveira
Sonia e David Muszkat
Thereza de Toledo Santos
Edinah e Armando Lodi
Piedade da Silva Chapela
Maria Helena de Jesus Sonvêsso
Maura Pereira Cassiano
Direção e Roteiro: Cristiana Grumbach
Produção Executiva: Luiz Alberto Gentile
Direção de Produção: Priscila Pitta Beleli
Fotografia e Câmera: Pedro Bronz
Som Direto: Ives Rosenfeld
Pesquisa: Geraldo Pereira, Mariana Bitiato, Priscila Pitta Beleli e Tatiana Porto
Montagem: Cristiana Grumbach e Karen Akerman
Edição de Som: Mariana Barsted
Colorista: Leo Hallal
Mixagem: Damien Seth
Arte gráfica: Patricia Chueke e Phil Canedo
Mídias Digitais: Renato Damião
Equipe de Distribuição: Maurício Borges, Tathyana Genova e Flávia Milagres
Release
O documentário As cartas psicografadas por Chico Xavier é um filme de conversas com famílias que perderam filhos, procuraram Chico e receberam cartas. Como é receber uma carta psicografada de uma pessoa querida que faleceu? Qual é o sentimento? Como essas famílias identificaram seus filhos? Acreditaram nas mensagens? De que modo este fato mexeu com a vida delas? Como lidam hoje com essa falta? Qual é o sentido da vida? E da morte?
As cartas psicografadas por Chico Xavier não se propõe a questionar essas cartas ou explicar a psicografia. O filme se ocupa da dor da perda um filho e da chance de sobreviver a partir dessa “correspondência”. Uma das personagens, Dona Yolanda Cezar, define esse sentimento com precisão – quando se perde o cônjuge, fica-se viúvo, quando se perde o pai, fica-se órfão, quando se perde filho não há nome.
Diante dessa dor inominável, o filme opta pela simplicidade em sua forma de apresentar o tema – as conversas filmadas são intercaladas pela leitura das cartas e por planos dos espaços de entrevista vazios. O recato formal descarta intervenções estilísticas que possam criar sensacionalismo e interferir no compartilhamento desses sentimentos com o público. É uma proposta de um cinema delicadamente sutil, em que olhares atentos e corações sensíveis são livres para dialogar com filme e chegar as suas próprias construções de sentido.
Selecionado para a mostra competitiva do III Festival Paulínia de Cinema, para o 38o. Festival de Cinema de Gramado e para a 5a. Mostra de Cinema de Ouro Preto, As cartas psicografadas por Chico Xavier está sendo distribuído pela Crisis Produtivas em parceria com a Ciclorama Filmes e tem lançamento nacional previsto para 5 de novembro.
Cristiana Grumbach é diretora de Morro da Conceição (2005). Colaboradora de Eduardo Coutinho, foi assistente de direção e pesquisadora em Santo Forte, Babilônia 2000, Edifício Master, Peões, O Fim e o Princípio e diretora assistente em Jogo de Cena.
Veja mais no site oficial: http://www.crisisprodutivas.com/ascartaspsicografadasporchicoxavier/
Sendo um filme de arte, teremos pouco espaço na mídia.
Por favor, ajudem a divulgá-lo!

